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AcessibilidadeMobileUX físico-digitalMotionPrototipação assistida por IADesign SystemsEdge cases

Theodoor

App acessível para automação de portas inteligentes.

Papel
Lead Product Designer · Contribuidor individual
Escopo
UX mobile, design de interação, feedback de sistema, considerações de acessibilidade, motion, prototipação, fundações de design system e documentação de handoff
Colaboração
Produto, engenharia e stakeholders do cliente
Plataforma
App mobile
Duração
1 mês
Uma pessoa em cadeira de rodas abre uma porta com o app Theodoor no celular.
01 · O projeto em um minuto

O projeto em um minuto

Theodoor é um app mobile para controlar um sistema acessível de automação de portas inteligentes.

Meu trabalho focou em tornar estados da porta, feedback do sistema, erros e controles claros o suficiente para que usuários pudessem confiar no que estava acontecendo no mundo físico.

Como o app controlava uma porta real, motion, acessibilidade e feedback não eram decorativos. Eram parte do modelo de interação central.

Desenhando uma interface mobile para um sistema físico onde feedback, confiança e acessibilidade eram centrais para a experiência.

Interface do app Theodoor, mostrando a lista de portas e os controles.
02 · Minha contribuição

Minha contribuição

Trabalhei em UX mobile, UI, fundações de design system, motion, prototipação e considerações de acessibilidade.

  1. Mapear estados da porta e ações do usuário
  2. Desenhar feedback para abertura, fechamento, espera, sucesso e estados de erro
  3. Criar explorações de motion para comunicar comportamento do sistema
  4. Usar protótipos assistidos por IA e baseados em código para testar ideias de interação mais rápido
  5. Construir fundações de UI reutilizáveis para a experiência mobile
03 · O que tornava complexo

O que tornava complexo

A interface precisava explicar o que estava acontecendo no mundo físico.

  1. O app controlava um objeto físico, então usuários precisavam saber se um comando foi recebido, estava em progresso, completo ou falhou.
  2. A experiência precisava apoiar contextos de acessibilidade onde o feedback não podia depender só de UI visual.
  3. Telas estáticas não eram suficientes. A parte importante era como o sistema se comportava ao longo do tempo.
04 · Como eu abordei

Como eu abordei

01

Mapear estados da porta e ações do usuário

Mapeei o que o sistema precisava comunicar: aberta, fechada, abrindo, fechando, esperando, sucesso, erro e problemas de conexão.

02

Desenhar loops de feedback

Explorei como o app podia confirmar que um comando foi enviado, o sistema estava processando e a ação física foi completa ou falhou.

03

Simular comportamento antes de construir

Usei protótipos baseados em código e assistidos por IA para rodar cenários de edge case e tornar timing e transições de estado visíveis pro time antes do desenvolvimento.

04

Construir fundações reutilizáveis

Organizei padrões de UI e estados em fundações reutilizáveis para que o app se mantivesse consistente conforme a experiência evoluía.

05 · Prototipação comportamental

Prototipação comportamental

Telas estáticas não eram suficientes para discutir essa experiência.

Construí um simulador de protótipo assistido por IA para tornar edge cases, timing e transições de sistema visíveis antes do desenvolvimento. O simulador cobria cenários como Happy Path, Casa Vazia, Porta Trancada, Abertura Parcial com Obstrução, Proteção contra Pinçamento, Caminho Bloqueado, Alerta de Bateria e Offline/Fora de Alcance.

Um blueprint no Figma traduzido a partir do protótipo ajudou a conectar a simulação ao handoff final de design.

O simulador tornou edge cases visíveis antes do desenvolvimento, incluindo cenários de offline, obstrução, proteção contra pinçamento e caminho bloqueado.

O simulador do protótipo comportamental com cenários de teste como obstrução em movimento e estados offline.
06 · Decisões-chave de design

Decisões-chave de design

Decisões de design que tornaram o sistema físico mais claro, seguro e confiável.

01 · Tornar visíveis estados invisíveis da porta

A porta podia estar aberta, fechada, abrindo, fechando, esperando, trancada, destrancada, desconectada ou em estado de erro. Mapeei esses estados para que a interface comunicasse claramente o que estava acontecendo, em vez de deixar usuários adivinhando depois de tocar num botão.

02 · Usar motion como feedback de sistema

Motion foi usado para explicar comportamento, não só para deixar o app com cara mais polida. Explorei animações para escaneamento, espera, pareamento, sucesso, estados vazios e recuperação de erro para que usuários entendessem o que o sistema estava fazendo ao longo do tempo. Isso era especialmente importante porque o app controlava uma porta física — usuários precisavam de feedback de que um comando tinha sido recebido, estava em progresso ou precisava de atenção.

03 · Desenhar feedback além da UI visual

Como esse era um produto orientado a acessibilidade, o feedback não podia depender só do que usuários viam. O modelo de interação considerava feedback visual, háptico e sonoro para que o status do sistema pudesse ser entendido em diferentes contextos e por diferentes usuários.

04 · Prototipar comportamento antes do desenvolvimento

Telas estáticas não eram suficientes para discutir essa experiência. Usei protótipos, exploração assistida por IA e experimentos baseados em código para tornar o comportamento tangível antes da implementação, ajudando o time a discutir timing, transições, edge cases e feedback de sistema.

07 · Motion + IA

Motion + IA

Motion foi usado para explicar comportamento do sistema, não só para deixar o app com cara mais polida.

Para estados como escaneamento, pareamento, casa vazia, espera, sucesso e falha, telas estáticas não eram suficientes. A animação precisava mostrar que o sistema estava buscando, processando ou esperando a próxima ação do usuário.

Usei workflows assistidos por IA e baseados em código para acelerar a produção de motion, refinar o timing das animações e preparar outputs Lottie prontos para implementação.

O objetivo não era automatizar o gosto estético. Era reduzir trabalho de produção repetitivo para que eu pudesse focar em clareza, timing e como o motion apoiava o feedback do sistema.

Estados de escaneamento e espera

O motion fez o estado de espera parecer ativo e compreensível enquanto o sistema buscava dispositivos de porta próximos.

Motion do estado vazio

O estado vazio guiava usuários para a próxima ação sem fazer a configuração parecer quebrada ou incompleta.

Fluxo de produção Lottie

As explorações de motion foram refinadas em outputs Lottie prontos para implementação.

08 · Fundações de design system

Fundações de design system

Organizei fundações de UI reutilizáveis para o app: botões, cards, rótulos de status, estados da porta, padrões de feedback, navegação, estados vazios, fluxos de configuração, erros e estados de recuperação.

Isso ajudou a manter a experiência consistente entre uso normal, configuração, ajustes, estados de motion e edge cases.

Padrões de UI reutilizáveis ajudaram o app a lidar com configuração, uso normal, ajustes, erros e estados de recuperação de forma consistente.

Folha de referência do design system mostrando variáveis de cor, tokens semânticos e uma auditoria de cores.
09 · Resultado

Resultado

10 · Reflexão

Reflexão

Esse projeto reforçou que acessibilidade não é uma checklist no fim do processo.

Quando uma interface digital controla algo físico, acessibilidade, feedback e confiança precisam fazer parte do modelo de interação central.

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